A VIDA
Uma mulher, um homem.
Quatro paredes, um quarto
Uma cama semi limpa
Dum hotel de má fama
Dois corpos despidos
De roupa e preconceitos
Em busca de um prazer
Proibido mas desejado
Gotas de transpiração
Deslizam numa pele
Sedenta de carícias
E os dois corpos se fundem
num só
E o desejo penetra no prazer
E durante esse tempo
Que para eles foi uma
eternidade
Nada mais existiu do que a
sua satisfação
E quando os corpos se
separaram
Ele como Senhor absoluto da
criação
Diz, fico á espera que me dês
A VIDA que deixei dentro de
ti
Autor. A.C. 11/10/09










