MULHER DE SONHO
Fim de
tarde, invernosa
Caminho
pelas ruas desertas
Uma brisa
fria e cortante me acaricia
E procuro
abrigo no café da esquina
Sento-me na
mesa do canto
E peço um
café bem quente
Quando estou
a levar a chávena aos lábios
Entra uma silhueta
perfeita de mulher
À luz
mortiça da sala pode ver
Um corpo
soberbo, coberto por um vestido vermelho
Meias pretas
e sapatos de tacão agulha vermelhos
E na cabeça
um sumptuoso chapéu branco
O que fazia desta MULHER, uma autentica miragem…
Autor. A.C.
27 / 07 / 13

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