NAVEGAR
Entrei no meu navio e fiz-me ao mar
Ao mar de ondas enormes e ventos furiosos
O meu navio, parecia que ia quebrar ao meio
Mas apesar da sua fragilidade aparente
Ele navegava em frente, vencendo ventos e marés
E lá seguia, rumo ao cabo da boa esperança
Eu que era o único tripulante
Temia o baloiçar causado pelas ondas
E de olhos postos no céu, disse
Senhor, contra ventos e marés
Eu navego em busca da terra prometida
E quero acostar no porto da FELICIDADE.
Autor A. C. 24 / 05 / 11
Nossa!!! Tu és um poeta. Parabéns! Gostei das suas poesias, as que eu li agora, vou vir sempre aqui para ler suas poesias.
ResponderEliminarAgradecendo de coração pela sua visita ao meu blog, fico muito feliz quando as pessoas deixam comentários.
Um bom dia. Beijos