sábado, 24 de novembro de 2012


OS TEUS PASSOS


Dia chuvoso de inverno
Noite longa e fria pela tua ausência
Entre os lençóis do que foi o nosso amor
Sinto o desespero da falta do teu calor
E ponho a minha atenção nas gotas de chuva
Que batem nas pedras da rua
Na esperança de ouvir o som dos teus passos
De regresso ao nosso LAR vazio do teu AMOR…




Autor.   A. C.    24 / 11 / 12   


domingo, 18 de novembro de 2012


PORQUE NÃO TE ENTREGAS


Porque me pedes que te AME
E não te entregas
Porque me pedes que te beije
E não te entregas
Porque pedes para que fique contigo
E não te entregas
Porque me pedes para não desistir de ti
E não te entregas
Porque dizes que me AMAS
E não te entregas
A esse amor que dizes SENTIR…



Autor.   A. C.    18 / 11 / 12


sábado, 17 de novembro de 2012


SÓ TENHO OLHOS PARA TI


Pedes-me para ver o sol
Mas o meu sol és “TU”
Pedes-me para ouvir o mar
Mas eu tenho no ouvido a tua “VOZ”
Pedes-me para sentir o vento
Mas o meu sentimento és “TU”
Pedes-me para dormir com a lua
Mas és tu quem quero na minha “CAMA”
Não me peças para ver nada
Porque só tenho olhos para “TI”



Autor.   A. C.    17 / 11 / 12


sexta-feira, 16 de novembro de 2012


O TEU CHEIRO


Se a noite me trás o teu cheiro
É nos lençóis do tempo que eu me vejo
A acariciar esse corpo que foi meu
Em momentos inolvidáveis de prazer
Onde o AMOR esteve presente
A cada segundo entre nós
Não é só a noite
Que me trás “O TEU CHEIRO!!!” 



Autor. A. C.    16 / 11 / 12 


quarta-feira, 14 de novembro de 2012


NÃO DIGAS NADA


Não digas nada
Ama-me apenas
Não fales
Usa a boca para me beijar
Não batas palmas
Acaricia-me simplesmente
Não digas que me amas
Prova-o
Não me chames tua
Abraça-me como se abraça um filho
E deixa que eu te AME
Como quero ser AMADA



Autor.   A. C.    15 / 11 / 12



AMORDAÇA A MINHA BOCA


Deixa que eu beije as palavras
Aveludadas do teu corpo
E ouve o grito no silêncio
Do meu desejo
Amordaça a minha boca
Para que não grite de prazer
Mas deixa que os nossos corpos
Suspirem de AMOR….



Autor.   A. C.    14 / 11 / 12


terça-feira, 13 de novembro de 2012


ABSTRATO


ABSTRATO
É este amor que eu sinto por ti
E que não me leva a lado nenhum
Nem me dá coisa alguma
Mas que continuo a alimentar
São estes sentimentos destorcidos
Que eu teimo em não querer ver
ABSTRATAS
São as palavras ditas ao vento
Que nem mesmo ele sabe o que querem dizer
E a boca que teima em não se fechar
Sabendo o quanto ABSTRATAS são



Autor.   A. C.    13 / 11 / 12